Hoje de manhã, tive de apanhar um “transporte alternativo” em substituição do metro para Avenida da Liberdade. Não vou perder tempo a contar o surrealismo da desorganização deste serviço... Mas acabei comodamente sentado à frente num autocarro de turismo, bem perto do condutor, um senhor de provecta idade, de bochechas coradas e tez curtida por muitos anos de sol mediterrânico.Eis senão quando, ao final da Rua da Prata, nos sinais antes da Praça da Figueira, o condutor vira-se para os passageiros e pergunta com uma sinceridade desconcertante: “Esta carreira costuma ir por onde? Vira já aqui à esquerda nesta praça?”
Agora falem-me da banda larga, e dos choques tecnológicos que eu acredito!
Ora aqui está uma coisa de que os motoristas da Carris são incapazes.
ReplyDeleteTem-me acontecido, por diversas vezes, que por causa de manifestações ou outros incidentes, o percurso habitual das carreiras não seja cumprido e o motorista não avisa ninguém (e os que vão para as paragens do percurso onde deixa de passar ou os menos acostumados a estas coisas ficam obviamente assarapantados).
A banda larga é uma auto-estrada que vai passar na Avenida da Liberdade, não é?
ReplyDeleteÉ de ficar com a cara à banda!
ReplyDeleteMas agora, com o choque tecnológico, o motorista vai pelo menos ser capaz de fazer a pergunta em português e em inglês.
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